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Nem todos os problemas precisam de respostas rápidas.
Alguns precisam de melhores perguntas.
E algumas perguntas merecem ser pensadas devagar.
O NeoGeneralista existe para isso.
A primeira coisa que tens de saber sobre mim é que não trabalho bem dentro de caixas. E desconfio de tudo o que promete explicar organizações como se fossem simples.
Sou daquelas pessoas que têm sempre demasiadas ideias em vários campos ao mesmo tempo. Sou professora universitária, consultora, formadora e perita europeia. E, quando não estou a pensar sobre trabalho e organizações, provavelmente estou a dançar.
Aquilo que faço, na prática, é ajudar pessoas e organizações a pensar melhor sobre aquilo que já não cabe em silos ou em formatos pré-definidos. A ligar ideias que parecem não ter relação. A dar linguagem a desafios que ainda estão a acontecer.
É por isso que o NeoGeneralista existe: porque algumas pessoas simplesmente pensam melhor quando deixam de escolher apenas um mundo ou uma caixa.
"Saímos com perguntas melhores — que é normalmente onde as mudanças começam."

Há quase vinte anos que me movo entre os mundos das pessoas, do trabalho, da academia e das organizações. Comecei na função pública a trabalhar com competências, passei para o mundo corporativo a gerir projectos, e acabei na academia, entre teoria e investigação. Ao longo do caminho, fui cruzando diferentes áreas — da estratégia à cultura, da liderança à tecnologia.
Hoje, trabalho sobretudo em transformação digital: não apenas como mudança tecnológica, mas como aquilo que ela realmente é — uma transformação de pessoas, decisões, linguagem e formas de pensar.
Entre reflexão e prática, trabalho sobretudo em três dimensões:

O mundo do trabalho deixou de caber em silos. Liderança, tecnologia, cultura, emoções, inteligência artificial — tudo se mistura nas organizações. Pensar estes temas de forma isolada já não chega.

As ideias mais interessantes vivem nas interseções. Entre ciência e prática. Entre humano e tecnológico. Entre estratégia e comportamento. Ser NeoGeneralista é olhar para problemas complexos com várias lentes ao mesmo tempo.

Algumas perguntas merecem ser pensadas devagar. Este espaço existe para explorar o futuro do trabalho, das organizações e das pessoas que nelas vivem. Sempre com curiosidade, rigor e vontade de compreender melhor o que está a mudar.
O trabalho deixou de ser linear.
A tecnologia não é, nem nunca foi, neutra.
E as organizações nunca foram simples.
Continuamos, no entanto, a tentar explicar tudo como se fosse.
Dividimos o que está ligado.
Simplificamos o que é complexo.
E procuramos respostas rápidas para perguntas que ainda não sabemos fazer bem.
O NeoGeneralista nasce para contrariar essa tendência.
Não para simplificar. Mas para compreender melhor.
Não para dar respostas fáceis, mas para tornar as perguntas mais interessantes.
Ao longo dos anos, tive a oportunidade de trabalhar com organizações de diferentes setores, contextos e geografias. Todas com desafios interessantes o suficiente para merecerem ser bem pensados.
Município de OeirasMunicípio de Oeiras
Universidade de CoimbraUniversidade de Coimbra
ZoomarineZoomarine
Oceanário de LisboaOceanário de Lisboa
PaperjamPaperjam
SograpeSogrape
ACISATACISAT
Instituto de Soldadura e QualidadeInstituto de Soldadura e Qualidade
Le Cool LisboaLe Cool Lisboa
GeradorGerador
Jerónimo MartinsJerónimo Martins
Escola Superior de EnfermagemEscola Superior de Enfermagem
FarfetchFarfetch
Universidade do PortoUniversidade do Porto
CreativeMorningsCreativeMornings
Nova SBENova SBE
TERATERA
UnilinkrUnilinkr
Geek GirlsGeek Girls
ChaperoneChaperone
Porto Business SchoolPorto Business School
IPO PortoIPO Porto
Mota-EngilMota-Engil
LactogalLactogal
CuryaCurya