Ser NeoGeneralista é...

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O NeoGeneralista nasce do cruzamento entre inovação, tecnologia e pessoas.

Nem todos os problemas precisam de respostas rápidas.

Alguns precisam de melhores perguntas.

E algumas perguntas merecem ser pensadas devagar.

O NeoGeneralista existe para isso.

Olá, sou a Ana e sou NeoGeneralista

A primeira coisa que tens de saber sobre mim é que não trabalho bem dentro de caixas. E desconfio de tudo o que promete explicar organizações como se fossem simples.

Sou daquelas pessoas que têm sempre demasiadas ideias em vários campos ao mesmo tempo. Sou professora universitária, consultora, formadora e perita europeia. E, quando não estou a pensar sobre trabalho e organizações, provavelmente estou a dançar.

Aquilo que faço, na prática, é ajudar pessoas e organizações a pensar melhor sobre aquilo que já não cabe em silos ou em formatos pré-definidos. A ligar ideias que parecem não ter relação. A dar linguagem a desafios que ainda estão a acontecer.

É por isso que o NeoGeneralista existe: porque algumas pessoas simplesmente pensam melhor quando deixam de escolher apenas um mundo ou uma caixa.

"Saímos com perguntas melhores — que é normalmente onde as mudanças começam."
Ana Azevedo

O meu caminho

Há quase vinte anos que me movo entre os mundos das pessoas, do trabalho, da academia e das organizações. Comecei na função pública a trabalhar com competências, passei para o mundo corporativo a gerir projectos, e acabei na academia, entre teoria e investigação. Ao longo do caminho, fui cruzando diferentes áreas — da estratégia à cultura, da liderança à tecnologia.

Hoje, trabalho sobretudo em transformação digital: não apenas como mudança tecnológica, mas como aquilo que ela realmente é — uma transformação de pessoas, decisões, linguagem e formas de pensar.

  • Estou constantemente a tentar perceber o que está a mudar, nas organizações, na tecnologia e com as pessoas.
  • Divido o meu tempo entre ensinar na universidade, trabalhar com organizações e explorar ideias que me façam feliz.
  • E, sempre que preciso de mudar de linguagem, volto à dança e ao trabalho com o corpo.
Vamos conversar →

Manifesto

O trabalho deixou de ser linear.

A tecnologia não é, nem nunca foi, neutra.

E as organizações nunca foram simples.

Continuamos, no entanto, a tentar explicar tudo como se fosse.

Dividimos o que está ligado.

Simplificamos o que é complexo.

E procuramos respostas rápidas para perguntas que ainda não sabemos fazer bem.

O NeoGeneralista nasce para contrariar essa tendência.

Não para simplificar. Mas para compreender melhor.

Não para dar respostas fáceis, mas para tornar as perguntas mais interessantes.